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Notícia

Semana Nacional do Trânsito: segurança, políticas públicas e meio ambiente

Entre 18 e 25 de setembro, a Semana Nacional do Trânsito chama a atenção para temas importantes da mobilidade humana, área de intersecção com a Psicologia.

O trânsito, enquanto um espaço de convivência social, requer respeito, educação e responsabilidade de todas as pessoas. Mas não é só isso.

Políticas públicas

As políticas públicas são fundamentais para garantir o direito humano à mobilidade humana, com transporte coletivo, acessibilidade e segurança no trânsito.

Tais políticas devem ser elaboradas com a participação da sociedade civil organizada, considerando as necessidades e demandas das diferentes categorias e grupos sociais, além de serem avaliadas periodicamente para mensurar os resultados obtidos.

Se a mobilidade humana é afetada pelas condições socioeconômicas, culturais e ambientais das cidades, que determinam as oportunidades e os desafios para o acesso aos bens e serviços essenciais, é essencial que o trânsito seja reflexo da organização e do planejamento urbanos, os quais devem levar em conta a diversidade e a complexidade das dinâmicas territoriais e populacionais.

Segurança

Priorizar a segurança e reduzir as mortes e lesões evitáveis no trânsito em pelo menos 50% é o objetivo da Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2021-2030, uma iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Esta iniciativa é uma oportunidade para os países e as comunidades adotarem medidas concretas e efetivas para salvar vidas e prevenir lesões no trânsito, contribuindo para o desenvolvimento sustentável.

Além disso, a Década de Ação é uma convocação para a ação coletiva e solidária em prol da segurança no trânsito, a qual é uma responsabilidade compartilhada entre governos, organizações internacionais, sociedade civil e setor privado.

Considerando que o trânsito é um desafio para a gestão pública, que deve buscar soluções inovadoras, participativas e integradas para enfrentar os problemas de congestionamento, poluição, acidentes e violência nas vias, a qualidade de vida no trânsito depende da conscientização e do comprometimento de todas as pessoas envolvidas, desde as gestões públicas até as pessoas usuárias das vias, passando por profissionais da educação, da saúde, da segurança e da comunicação.

Meio ambiente

O trânsito e o meio ambiente estão intimamente interligados. Cidades inteligentes promovem condições para que as pessoas se locomovam menos e melhor: transportes públicos de qualidade, ciclovias seguras e incentivos financeiros para que o carro, modalidade que contribui para a emissão de gases poluentes e para as mudanças climáticas, seja a última opção.

Uma cidade com menos carros e com mais espaço para pessoas representa mais acesso a direitos, mais igualdade e integração do espaço público.

Assim, a qualidade de vida no trânsito depende da integração entre os modos de transporte, da priorização do transporte coletivo ou de bicicletas sobre o carro individual, da redução das emissões de poluentes e da promoção da saúde e do bem-estar de toda a sociedade.

Inclui, ainda, acessibilidade para todas as pessoas e condições de locomoção adequadas para pessoas idosas e com deficiência, por exemplo.

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