Notícia

Nota de pesar pelo falecimento do Psicólogo Eduíno Sbardelini Filho

É com grande tristeza que informamos o falecimento do Psicólogo Eduíno Sbardelini Filho, em decorrência de complicações da Covid-19.
 
Eduíno foi professor de Psicologia da UFPR e da Universidade Tuiuti do Paraná. Também foi conselheiro e presidente do Conselho Regional de Psicologia do Paraná entre os anos de 1988 e 1992.
 
Em reconhecimento a suas relevantes contribuições à autarquia e à categoria profissional, recebeu o Certificado de Mérito do CRP-PR em 2002.
 
O CRP-PR presta sua solidariedade à família, pessoas amigas e alunas(os) do Professor Eduíno, e o homenageia novamente por meio das singelas palavras de quem o conheceu e tanto estimou:
 
“Calma, simpatia, tranquilidade, ética, temperança, generosidade, bom humor, inteligência, integridade, sensatez, afeto… são as palavras que me vêm quando penso em você, querido professor Eduíno Sbardelini Filho… Praticamente a faculdade toda você acompanhou nossa turma, nas aulas de Ética e Avaliação Psicológica, junto com sua querida esposa Elizabeth Brunini Sbardelini.
Sempre mantivemos contato em cursos, congressos, encontros, jornadas, tanto da área da Psicologia do Trânsito quanto da Avaliação Psicológica e, mais recentemente, pelas redes sociais. Você me incentivou a seguir na área, a abrir a minha empresa, foi meu supervisor, sempre oferecendo com generosidade o suporte técnico e afetivo que necessitei, com acolhimento e orientações especiais. Mais recentemente curtiu um post meu, que me encontrava em um congresso de Rorschach e escreveu: ‘que bom que alguma semente brotou…’.
 
Tenha certeza, Eduíno, que muitas, infinitas, sementes que você semeou brotaram, e como diz Rubem Alves: um professor não morre jamais. As suas ideias e sua postura ética serão modelos eternos para nós. A profissão de Psicologia ganhou muito com a sua presença. Nosso eterno obrigado.
‘Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais…’ (Rubem Alves)’.”
 
* Texto de: Adriane Picchetto Machado (CRP-08/2571).