Diverges ressalta o respeito às diferenças em Dia Internacional Contra a LGBTIfobia

Hoje, dia 17 de maio, é o Dia Internacional Contra a LGBTIfobia. A data é a mesma em que a homossexualidade foi retirada da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID) da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 1990, a qual passou a ser oficial em 1992.

Nesse dia, convidamos a Psicóloga Grazielle Tagliamento (CRP-08/17992), Coordenadora do Núcleo de Diversidade de Gênero e Sexualidades (Diverges) do Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR), para falar sobre a importância da luta contra a LGBTIfobia. Em vídeo, Grazielle ressalta que a sociedade tem a tendência de buscar curar pessoas que fujam de um suposto padrão de normalidade, o que causa muito sofrimento. Para que isso não aconteça e a fim de promover o respeito aos direitos humanos de todas as pessoas, a Psicóloga deixa a mensagem:

O que nós precisamos, na verdade, é respeitar as diferenças, acolher as pessoas e conviver. Pois toda vida vale ser vivida.

 

Diálogos sobre viver trans

 

Neste ano, a Rede Nacional de Pessoas Trans do Brasil (Rede Trans Brasil) divulgou o dossiê com dados de 2018 “Diálogos Sobre Viver Trans – Monitoramento: Assassinatos e Violação de Direitos Humanos de Pessoas Trans no Brasil”. O documento apresenta dados de homicídio motivados por ódio a pessoas trans com números com recortes de regiões brasileiras, Estados e cidades, identidade de gênero das vítimas, idade, raça/cor, profissão, locais dos assassinatos e causas das mortes.

 

O objetivo do dossiê é fornecer indicadores sobre a ausência de políticas públicas efetivas voltadas para a população trans brasileira, promovendo reflexões e debates sobre as violações de direitos humanos que as pessoas trans sofrem em suas vidas. Ressalta-se que o Brasil é o país que mais mata a população trans no mundo, com 167 casos no ano de 2018.

 

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