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CRP-PR se posiciona contra PLS que limita o trabalho do profissional de Psicologia nas organizações

O Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR), por meio de sua Comissão de Psicologia Organizacional e do Trabalho (CPOT), posiciona-se contra o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 439, de 2015, cujo texto diz:

 

Estabelece que cargos e funções com atribuições voltadas para os campos da Administração, em organizações privadas, não governamentais e públicas, somente poderão ser providos por Tecnólogos e Administradores profissionais regulares na forma da lei, que ficam obrigados a comprovar, anualmente, perante organização empregadora, a regularidade com o Conselho Regional de Administração – CRA. Estabelece multas aplicáveis pelos CRAs.

 

O PLS, que está em consulta pública e possui em torno 14 mil votos a favor e 1.200 contra, coloca em jogo a atuação da(o) Psicóloga(o) como profissional dentro de organizações em funções como analista, gestor, consultor de RH, etc.

Cada vez mais as(os) profissionais de Psicologia investem em pesquisas, experiências, aprimoramentos técnicos e científicos para acompanhar as demandas que surgem com o avançar dos anos. Como em outras áreas, o meio corporativo também manifestou a necessidade de ter um profissional que pudesse entender e gerir pessoas, mas com o diferencial de possuir base cientifica para a análise dos fenômenos sociais e as relações humanas. A partir desta necessidades e do aperfeiçoamento da(o) Psicóloga(o) como profissional a se inserir em uma organização, a Psicologia conquistou seu espaço nas empresas.

O CRP-PR é contra esse PLS porque entende como retrocesso a restrição de funções apenas ao setor administrativo, enquanto Psicólogas(os) também, por formação, podem ser gestores e auxiliar na construção das relações dentro de uma organização.

 

Participe da consulta pública votando CONTRA o projeto clicando aqui.  

 

*crédito da imagem: banco de imagens do Senado Federal

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