Trânsito

Perceber o risco é proteger a vida!

No cenário de preocupação com a Covid-19 que vivemos, muitas das atenções e energias da sociedade como um todo se voltam aos efeitos mais imediatos da doença, e outros debates que estávamos construindo historicamente ficam de certo modo prejudicados, ou adiados. É o caso do Maio Amarelo, mês em que se procura destacar a importância de avançarmos na construção de um trânsito mais seguro em proteção à vida, mas sobre o qual muitos dos debates e atividades acabaram prorrogados, em âmbito nacional, para a Semana do Trânsito, que acontecerá em setembro.


De todo modo, tanto no contexto da pandemia quanto em relação ao trânsito, verifica-se a premissa fundamental de que “Perceber o risco é proteger a vida”! Sendo assim, o Conselho Regional de Psicologia do Paraná, por meio da Comissão de Mobilidade Humana e Trânsito convidam a todas(os) para que aproveitemos o momento para debatermos segurança e proteção de forma ampliada em sociedade.


Alterações no Código de Trânsito

Justamente no mês em que se chama a atenção para a importância do trânsito seguro, e em um momento tão delicado de sofrimento, problemas sociais e econômicos por conta da Covid-19, tramita na Câmara Federal o Projeto de Lei n.º 3267/2019, que propõe retrocessos no Código de Trânsito Brasileiro, sem a possibilidade de um amplo debate sobre o tema. Esta é a avaliação da Comissão de Mobilidade Humana e Trânsito do CRP-PR e também de outras instituições da área, como a Associação Brasileira de Psicologia do Tráfego (ABRAPSIT) e Associação dos Centros de Avaliação de Condutores do Paraná (ACACPR).


Cenário de riscos

A forma com que o tráfego de veículos e pessoas se dá em muitos países ainda é motivo de grande preocupação. Mais de 1,2 milhão de pessoas perdem a vida devido ao trânsito todos os anos no mundo e 40 milhões ficam feridas, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal. O Brasil aparece em quinto lugar entre os países com maior número de mortes: uma a cada 12 minutos, conforme levantamento feito pelo Observatório Nacional de Segurança Viária. O Mapa da Violência no Trânsito ainda aponta para a ocorrência de 5 mortes a cada hora por negligência, imperícia ou imprudência no trânsito – ações como ultrapassagens em locais indevidos, excesso de velocidade e ingestão de bebida alcóolica pelo(a) condutor(a).


Além das mortes, os acidentes de trânsito acarretam também em sérias consequências psicológicas às pessoas envolvidas, podendo dar origem a perturbações, quadros de estresse, ansiedade, fobia, entre outros impactos individuais e sociais, conforme publicações da organização Por Vias Seguras.

Nesse cenário que aponta para a necessidade do aprofundamento do cuidado e das medidas de proteção, as propostas expressas pelo PL 3267/2019, como a prorrogação do tempo de validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o aumento da pontuação referente a multas permitida e a extinção da exigência de exame toxicológico para motoristas profissionais configuram-se como riscos para que tenhamos ainda mais acidentes e suas consequências prejudiciais a toda população.


Por que rejeitar o PL 3267/2019?

Ao longo do desenvolvimento humano, as pessoas estão sujeitas a sofrer mudanças em sua condição física e psicológica podendo, em curto espaço de tempo, perder capacidades que podem afetar a condução de veículos e ocasionar riscos tanto para si quanto para outras(os). Desta forma, ampliar o prazo de validade da CNH de 5 para 10 anos para a população com idade inferior a 59 anos mostra-se inviável.


No mesmo contexto, o afrouxamento no limite de pontuação pode trazer consequências no comportamento de condutores(as) uma vez que se pode reforçar o comportamento infrator, a sensação de impunidade, aumentando o risco de violações.


A questão do exame toxicológico também exige um debate mais amplo. A realidade do uso recreativo de substâncias psicoativas e da dependência química é complexa, considerando-se as alterações de percepção e comportamento que estas substâncias podem provocar, e há de se refletir também o uso de estimulantes como respostas a enormes cargas horárias de trabalho às quais motoristas profissionais comumente são submetidas(os).


Atuação da(o) Psicóloga(o)

A Psicologia do Trânsito contribui para garantir a todas(os) condições de maior segurança nas vias. Há tempos que Psicólogas(os) da área vêm apontando a importância da avaliação psicológica no contexto do trânsito, a fim de contribuir para a diminuição dos riscos, prevenção de acidades e preservação da vida.


Para isso, são competências destas(es) profissionais especialistas: conhecer as especificações técnicas do trabalho, realizar as avaliações com todas as especificações técnicas e ambiente adequados, além do compromisso ético profissional em todos os atendimentos. Neste sentido, destaca-se a responsabilidade envolvida nos processos de avaliação psicológica no contexto do trânsito e a importância de que a qualificação profissional e as condições adequadas para realização do trabalho sejam resguardadas.

Confira abaixo os cards da participação do CRP-PR na campanha "Perceba o risco, proteja a vida":

Revista Contato mai/jun traz reflexões sobre a Rede de Atenção Psicossocial, saúde mental da(o) trabalhador(a) e outros destaques

Editoral

 

Olá, Psicólogas(os) do Paraná e todas(os) que nos leem.

 

Maio é um mês muito importante para a Psicologia e para a sociedade, um mês que nos convida a importantes reflexões.

 

Já no primeiro dia do mês celebra-se o dia da trabalhadora e do trabalhador. Por isso, esta edição conta com uma entrevista com a Psicóloga Maria Ester Falaschi (CRP-08/06606) sobre saúde mental no trabalho. Ainda sobre o tema, a Coluna da Ética aborda a atuação ética na área de Recursos Humanos.

 

No dia 18 de maio destaca-se a Luta Antimanicomial. Por isso, a nossa matéria de capa se refere à Saúde Mental e Políticas Públicas, com importantes debates sobre mercantilização da saúde, o aspecto moral imputado à loucura e todo sofrimento incutido neste cenário. Em outra coluna, o Psicólogo César Rosário Fernandes (CRP-08/16715) traz o posicionamento do CRP-PR em relação à política sobre drogas, discussão profundamente interligada às questões de saúde mental. E, dando sequência às publicações da Cartografia da RAPS, o Psicólogo Altieres Edemar Frei (CRP-08/20211) nos instiga a refletir sobre cenários relacionados ao trabalho dos CAPS em Curitiba.

 

Ainda, é um mês marcado por reflexões relativas ao trânsito e à mobilidade humana – maio amarelo. Nesse sentido, divulgamos a premiada iniciativa do Psicólogo Cassiano Ferreira Novo (CRP-08/08266), que reflete a necessidade do comprometimento da gestão pública para que o tráfego nas cidades seja mais inteligente e seguro. Esta edição também traz, na coluna da Comissão Étnico-Racial, relevante análise sobre branquitude, conceito que nos convida a revisitar o debate referente ao racismo para se combater a segregação. E muitos outros conteúdos instigantes preparados especialmente para vocês.

 


Que esta revista proporcione profícuos diálogos!

A Psicologia do Trânsito defende a vida, contra os retrocessos no CTB!

O Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR) tem se mobilizado, através de suas Comissões de Mobilidade Humana e Trânsito, acerca da tramitação do Projeto de Lei 3267/2019. Proposto pelo Poder Executivo Federal, a iniciativa legislativa propõe mudanças no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), com diversos impactos na cultura de trânsito e na sociedade brasileira. O CRP-PR é um órgão que regula o exercício profissional de Psicólogas e Psicólogos de todo o Paraná e está atento a estas mudanças propostas pelo Governo Federal, uma vez que incidem – não apenas, mas em especial – no trabalho de Psicólogas(os) especialistas do Trânsito.

 

 

O projeto tramita a toque de caixa na Câmara dos Deputados e tem pontos que significam imensos retrocessos a saúde pública. Entre eles:

· Aumento da validade do exame médico e psicológico e consequentemente, a validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

 

A proposta do PL 3267/2019: O exame de aptidão física e mental será preliminar e renovável: a cada cinco anos, para as pessoas com idade superior a sessenta e cinco anos; e a cada dez anos, para as pessoas com idade igual ou inferior a sessenta e cinco anos.

 

 

O CRP-PR entende a medida como despropositada, sem fundamentação científica e de altíssimo risco individual e coletivo. Ao longo do desenvolvimento humano, as pessoas estão sujeitas a sofrer mudanças em sua condição física e psicológica, podendo, em curto espaço de tempo, haver degeneração ou perda de capacidades que podem afetar a condução de veículos e expor a riscos de vida ou sequelas tanto para si quanto para outros. Além disso, é importante mencionar as condições de psicopatologias em decorrência de acidentes ou situações perigosas no trânsito.

 

 

O exame de aptidão física e mental/avaliação psicológica realizado visa assegurar a saúde geral e habilidades imprescindíveis para a capacidade de dirigir e, com a ampliação de seus prazos de validade, perde-se a oportunidade de avaliar e garantir a aptidão dos condutores, ou seja, arrisca-se a permissão de condução a pessoas não adequadas para tal.

 

 

Corrobora-se, portanto, o entendimento da Associação Brasileira de Medicina do Trânsito (ABRAMET), de que “dirigir um veículo motorizado é uma tarefa complexa que envolve percepção, julgamento e tempo de reação adequado. Uma gama de condições médicas, incapacidades e tratamentos podem influenciar estes pré-requisitos de condução segura. O Exame de Aptidão Física e Mental objetiva a redução da inaceitável morbimortalidade do trânsito brasileiro.” Além disso, ressaltamos o posicionamento da Associação Brasileira de Psicologia do Tráfego (ABRAPSIT), que preza pela vida no trânsito.

 

 

Dados do Anuário Estatístico do DETRAN/PR de 2013/2018 apontam aumento de quase 20% no envolvimento de condutores com mais de 60 anos, de 2017 para 2018, o que reforça a necessidade de acompanhamento mais frequente destas pessoas, e não menos – como defende a iniciativa do Governo Federal.

 

 

Além disso os dados apontam a necessidade de acompanhar jovens e adultos entre 18 a 59 anos, principais responsáveis pelos acidentes, e por isso é incompreensível que, justamente nestes casos, proponha-se um período maior para a renovação da CNH. Além de serem, este grupo também é a força de trabalho mais impactada com sequelas em decorrência de acidentes de trânsito.

· Aumento da gradação de pontos anuais permitidos para condutores, de 20 para 40 pontos anuais.


A proposta do PL 3267/2019: “Art. 261 – A penalidade de suspensão do direito de dirigir será imposta nos seguintes casos:  Sempre que o infrator atingir a contagem de quarenta pontos, no período de doze meses, conforme a pontuação prevista no art. 259”


O comportamento de segurança em prol da coletividade deve ser reforçado de maneira positiva e a alteração de pontos anuais significa um reforço injustificado para comportamentos de riscos e violência no trânsito. A compreensão da pontuação como ferramenta de correção de comportamentos inadequados é necessária para evitar prejuízos físicos e emocionais nesse contexto.


Além disso, o aumento exponencial de acidentes de trânsito certamente oneraria o Sistema Único de Saúde (SUS). Os acidentes de trânsito constituem um grave problema de saúde pública e causam sobrecarga nos serviços de assistência, em especial nos serviços de prontos-socorros e nas alas de internação hospitalares.


Neste sentido, o CRP-PR expressa preocupação com as possíveis alterações propostas pelo Poder Executivo ao Código de Trânsito Brasileiro e SOLICITA AOS DEPUTADOS FEDERAIS DO ESTADO DO PARANÁ:

 

 

– A SUSPENÇÃO do processo de votação do Projeto de Lei 3267/2019, diante da brutal crise sanitária, social e econômica imposta pela pandemia do covid-19. Compreendemos que o momento vivido pelo Brasil exige prioridade absoluta para o tema da pandemia e que o referido Projeto não deve ser votado de forma açodada, muito menos durante o regime de teletrabalho do Congresso Nacional. Reiteramos que não há qualquer necessidade de sua imediata votação.

 

 

– A REJEIÇÃO do Projeto de Lei 3267/2019, em especial dos artigos e temas citados neste documento e a construção de um Projeto de Lei substitutivo junto aos órgãos de classe, associações multiprofissionais, academia e sociedade civil, através dos devidos fóruns de controle social.

 

 

Estamos certos de que o Código de Trânsito Brasileiro, se alterado pelas iniciativas do Poder Executivo Federal convergidas no PL 3267/2019 poderá significar imenso retrocesso e ameaça à vida de toda a sociedade. Deste modo, contamos com vosso apoio e de seu mandato para a construção de um escopo legal e operacional capaz de defender a segurança, a saúde e a vida no trânsito.

Escreva para as(os) parlamentares

Psicólogas(os) também podem pressionar para que parlamentares rejeitem o Projeto de Lei 3267/2019. Abaixo segue uma sugestão de texto e a lista de e-mails das(os) deputadas(os) paranaenses:

 

 

Prezado(a) Sr(a). Deputado(a),

 

 

Escrevo hoje com um pedido urgente.

 

 

A solicitação de SUSPENÇÃO do processo de votação do Projeto de Lei 3267/2019 (CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO), diante da brutal crise sanitária, social e econômica imposta pela pandemia da covid-19. Compreendo que o momento vivido pelo Brasil exige prioridade absoluta para o tema da pandemia e que o referido Projeto não deve ser votado de forma açodada, muito menos durante o regime de teletrabalho do Congresso Nacional. Reitero que não há qualquer necessidade de sua imediata votação.

 

 

A REJEIÇÃO do Projeto de Lei 3267/2019, em especial dos artigos e temas citados neste texto (www.crppr.org.br/a-psicologia-do-transito-defende-a-vida-contra-os-retrocessos-no-ctb) e a construção de um Projeto de Lei substitutivo junto aos órgãos de classe, associações multiprofissionais, academia e sociedade civil, através dos devidos fóruns de controle social.

 

Conto com a sua colaboração para pensar, debater e colocar em prática essas ações.

Um abraço!

Trânsito como questão de saúde pública é tema de palestra do CRP-PR

O Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR) participou da 2ª Conferência da Saúde – Gestão, Inovação e Acreditação, que aconteceu na cidade de Maringá entre os dias 05, 06 e 07 de novembro. O evento teve o objetivo de capacitar e discutir sobre boas práticas de gestão e tendências na área da saúde.

 

O Coordenador da Comissão de Mobilidade Humana e Trânsito do CRP-PR, Hugo Nascimento Rezende (CRP-08/08806), ministrou a palestra “Planejamento Urbano: Mobilidade na Saúde” e abordou o tema do trânsito como uma questão de saúde pública. Segundo o Psicólogo, foi uma oportunidade para os profissionais da saúde e do trânsito presentes compreenderem a realidade nacional e internacional da temática do trânsito e da mobilidade, “além de terem acesso às variadas possibilidades de intervenção que contribuem para um trânsito mais seguro, bem como o papel da(o) Psicóloga(o) neste contexto”.

 

A Conferência também contou com palestras sobre outros temas relevantes para o setor, como formação profissional, inovação e tecnologia em saúde, gestão inovadora, envelhecimento da população, planejamento urbano, tributos e judicialização da saúde.

 

 

O evento foi promovido pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (CODEM), por meio de sua Câmara Técnica de Saúde e em conjunto com a Sociedade Médica de Maringá, Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Maringá e Região (Shessmar) e SEBRAE.

XVI EPP e II CIPTF | Atuação da Psicologia no Trânsito será discutida em minicursos e mesas-redondas

Como a(o) profissional de Psicologia pode contribuir no contexto do trânsito? Esse é o tema do minicurso ofertado pela Comissão de Mobilidade Humana e Trânsito do Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR), durante o XVI Encontro Paranaense de Psicologia (XVI EPP) e o II Congresso Internacional de Psicologia da Tríplice Fronteira (II CIPTF), intitulado “Psicóloga(o) no Trânsito como agente de transformação social”. Na condução estarão Hugo Nascimento Rezende (CRP-08/08806), coordenador da Comissão, e as colaboradoras Alessandra Sant’Anna Bianchi (CRP-08/19311) e Sandra Cristina Batista Martins (CRP-08/12213).

Entre os dias 22 e 25 de agosto, em Foz do Iguaçu, as(os) participantes do curso poderão conhecer melhor a atuação das(os) Psicólogas(os) do Trânsito. Hugo Rezende conta que será apresentado um panorama sobre o que é a Psicologia no contexto do trânsito e o seu processo histórico até hoje. O minicurso também abordará questões práticas da área com relatos de experiências.

Hugo explica que o trabalho dessas(es) profissionais vai muito além da avaliação psicológica para a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), e tem importante participação na educação para o trânsito, na fiscalização e na conformação de ações junto aos agentes de segurança do trânsito.

A relevância da discussão se acentua com o dado de que o Brasil é o quinto país no mundo que mais mata no trânsito, segundo estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS). Hugo comenta que, a partir desse tipo de dado, como óbitos e feridos no trânsito, a(o) Psicóloga(o) pode estudar os tipos de ações para diminuir os problemas e ter um papel significativo em relação ao trânsito.

Depois de compreender os dados e índices de acidentes de trânsito e as possibilidades de atuação da Psicologia na área, a Psicóloga Sandra falará sobre a sua experiência com a avaliação psicológica nesse contexto. Ela trará uma parte teórica e reflexões próprias para repensar o fazer da avaliação no contexto do trânsito, com uma postura crítica sobre o que está sendo realizado e os impactos desse trabalho para diminuir as tragédias viárias. O objetivo é proporcionar condições e a compreensão do planejamento, da execução e da tomada de decisão final da avaliação psicológica.

Sandra também participará do minicurso “Condutor infrator e personalidade: um estudo de caso”, da Associação Brasileira de Psicologia do Tráfego (ABRAPSIT-Núcleo Paraná), que também contará com as Psicólogas Carine Côas (CRP-08/10833), Vanessa Brandelero (CRP-08/16760) e Márcia Saar (CRP-08/19560).

Mesas-redondas

A temática da Psicologia do Trânsito estará presente em duas mesas-redondas:

23/08 | 16h às 18h | “Mobilidade Humana e Trânsito”, apresentada por Hugo Nascimento Rezende (CRP-08/08806), Rogério de Oliveira Silva (CRP-04/14209) e Eduardo Jasson Loureiro Muniz Moita (CRP-21/00003). Mediação de Sandra Cristina Batista Martind (CRP-08/12213).

24/08 | 16h às 18h | “Mitos e verdades sobre a Psicologia do Trânsito”, apresentada por Sandra Cristina Batista Martind (CRP-08/12213), Lelia Monteiro de Mello (CRP-08/11915) e Vanessa Jacqueline Monti Chavez (CRP-08/19849). Mediação de Hugo Nascimento Rezende (CRP-08/08806).

Serviço

XVI Encontro Paranaense de Psicologia (EPP) e o II Congresso Internacional de Psicologia da Tríplice Fronteira (CIPTF)

Quando: 22 a 25 de agosto

Local: Rafain Palace Hotel & Convention Center (Av. Olímpio Rafagnin, 2357, Parque Imperatriz, Foz do Iguaçu)

Para mais informações sobre a programação dos eventos, acesse o site www.epp.crppr.org.br

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