Pesquisa em Psicologia

Revista CadernoS de PsicologiaS encerra recebimentos de trabalhos com grande adesão da categoria

Encerrou-se no último domingo (30) o recebimento de artigos, resenhas e relatos de experiência para a primeira edição da revista CadernoS de PsicologiaS. A nova publicação do Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR) é uma iniciativa para dar visibilidade às produções de Psicólogas(os) paranaenses e traz como tema inaugural os “Atravessamentos da Covid-19 nas práticas e saberes em Psicologia”.


A Comissão Editorial, composta por membros do XIV Plenário, colaboradoras(es), profissionais do corpo técnico e pareceristas, comemorou a grande adesão por parte da categoria. Ao todo foram 41 trabalhos enviados, que serão avaliados com base em uma linha editorial pautada no compromisso ético da Psicologia, em busca de refletir a pluralidade da práxis.

“Ficamos muito contentes quando soubemos que a revista CadernoS de PsicologiaS recebeu 41 submissões, distribuídas entre as ‘Inquietações Teóricas’ e ‘Relato de Experiência’. Isto nos indica a importância deste veículo para a troca de experiências e sua consequente reflexão teórica, e o acerto do CRP-PR em garantir esse espaço”, analisa o Conselheiro João Batista Martins (CRP-08/07111).

A publicação dos textos aceitos está prevista para acontecer ainda em 2020, após a avaliação dos manuscritos. Vale lembrar que todas(os) as(os) autoras(es) receberão um contato da Comissão Editorial com um retorno sobre a produção.

Você é Psicóloga(o) atuante na RAPS? Participe da pesquisa!

O Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR) está promovendo, desde outubro de 2018, uma pesquisa sobre o atual estágio de implementação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) no Estado do Paraná, os desafios para a implantação da Reforma Psiquiátrica e as experiências bem-sucedidas nos diferentes municípios. Segundo Carolina de Souza Walger (CRP-08/11381), conselheira-secretária do CRP-PR, “a ideia é saber como os serviços propostos pela legislação estão sendo ofertados para a população e entender qual tem sido o papel da(o) profissional da Psicologia neste espaço”.

 

O pesquisador responsável, Psicólogo Altieres Edemar Frei (CRP-08/20211), explica que a metodologia adotada é a cartografia, que permite flexibilidade à investigação: “Nós não temos um roteiro definido previamente. Assim, vamos identificando pistas que nos indicam o melhor caminho a seguir. Estas pistas podem surgir de conversas com profissionais ou usuários, por exemplo”. Os resultados parciais da pesquisa deverão ser apresentados ao longo do primeiro semestre do ano em programas de podcast e, ao final, será produzido um relatório.

 

Até agora, o Psicólogo já percorreu sete dos cerca de 40 municípios paranaenses que pretende visitar para imersões em campo até abril desde ano. Porém, a escolha dos territórios será, em parte, embasada em uma pesquisa com Psicólogas(os) que atuam em um equipamento da RAPS, a partir do questionário que está disponível abaixo.

 

As(os) profissionais poderão indicar elementos para que o pesquisador considere as especificidades de cada território. A identificação é opcional, sendo que apenas o município deve ser obrigatoriamente citado.

CFP lança pesquisa para conhecer atuação da(o) Psicóloga(o) no âmbito da execução penal

Psicólogas(os) que atuam no âmbito da execução penal podem participar, até o dia 17 de julho, de uma pesquisa que visa a mapear a realidade de trabalho e os dilemas ético-profissionais no cotidiano do trabalho destas(es) profissionais.

Os dados da pesquisa do Grupo de Trabalho “Psicologia e Sistema Prisional”, composto por Conselhos Regionais de diversos Estados e pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP), servirão de base para a publicação de referências técnicas para atuação de profissionais de órgãos como Tribunal de Justiça, Central de Penas Alternativas, Centrais de Monitoramento Eletrônico, Defensorias Públicas e Ministério Público. São convidadas(os) a  participar Psicólogas(os) que atuam nas esferas estadual e federal dos poderes executivo e judiciário.

Para saber mais, acesse o site do CFP e leia CFP pesquisa atuação da Psicologia na execução penal.

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