Acessibilidade

Consulte Psicólogas(os) que atendem em Libras

Após consulta pública às(aos) Psicólogas(os) que atuam na Língua Brasileira de Sinais, mais conhecida como Libras, o Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR) disponibilizou em 2019 uma lista com mais de 30 profissionais de diferentes cidades do Paraná e também de outros Estados.

Desde então, recebemos nomes de outras(os) Psicólogas(os) especializadas(os) e atualizamos periodicamente a lista. Se você tem interesse de participar da divulgação, é possível preencher o formulário neste link.

No Brasil, mais de dois milhões de pessoas possuem alguma deficiência auditiva, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde de 2013, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Desde 2002, por meio da lei nº 10.436/2002, o país reconhece a Libras como a Língua de estrutura própria para a comunicação e expressão da comunidade surda brasileira. A lei prevê que os sistemas públicos de saúde e educação devem apoiar o uso e difundir a língua, assim como garantir atendimento e tratamento adequado aos deficientes auditivos.

A Libras é um sistema linguístico visual-motor tem gramática específica e necessita da combinação de gestos. É uma das línguas de sinais, as quais variam de acordo com o país ou região para elaborar os significados de acordo com cada cultura.

A comunicação em Libras é fundamental para a inclusão social de pessoas com deficiência auditiva, uma vez que é uma das maneiras de compreender o mundo a sua volta e expressar ideias, fatos e sentimentos.

Psicologia

O atendimento psicológico em Libras auxilia na promoção da qualidade de vida dessas pessoas, que passam por dificuldades e sofrem preconceitos. O domínio da língua é essencial para o processo de interpretação e para uma comunicação direta com o(a) paciente. O Psicólogo Aldemar Balbino da Costa (CRP-08/14029), que é pós-graduado em Educação Especial Bilinguismo (Libras/Português) pela Fundação de Apoio da Universidade Federal do Paraná (Funpar), comenta que o atendimento a essa população pode levar algum tempo por conta do aprendizado da língua. Além disso, segundo ele, “é necessário conviver com o povo surdo para entender sua construção visual de mundo”.

*As informações foram fornecidas pelas(os) profissionais e o CRP-PR não se responsabiliza por possíveis erros nos dados.

Lista de Psicólogas e Psicólogos que atendem em Libras​

*Última atualização em 25 de setembro de 2020

ANTONIO DO SUDOESTE

Maria Ines da Silva Rockembach (CRP- 08/26465)
Endereço de atendimento
APAE – Santo Antonio do Sudoeste-PR
Telefone
(47) 992397624
E-mail
mnes2@yahoo.com.br
Área de atuação
Acompanhamento psicológico

APUCARANA

Ana Rita Menini Rigoleto (CRP-08/13692)
Endereço de atendimento
Rua Miguel Simião, 365 Sala 2 – Apucarana/PR

Telefone
(43) 99141-3484
E-mail

ana.menini@hotmail.com

Área de atuação
Adolescentes e adultos, ouvintes e surdos

 

 

Franceline Gabeline de Arruda (CRP-08/17736)

Endereço de atendimento
Rua Rio Pirapo, s/n, Apucarana-PR
Telefone
(43) 99955-1285
E-mail
psicologafranceline@gmail.com
Área de atuação
Clínica (crianças, jovens, adultos e idosos), educacional e trânsito.

Comentários
*A profissional é especialista em Libras pelo Instituto Paranaense de Ensino

 

 

Reginaldo Benedito dos Santos (CRP-08/23694)

Endereço de atendimento
Apucarana
Telefone
(15) 98103-3307
E-mail 
Saint.reginaldo@gmail.com
Área de atuação
Adolescentes e adultos
Comentários
Atendimento acessível em Libras. Abordagem Cognitivo Comportamental

ARAPONGAS

Lilian Aline Sala Gonçalves (CRP-08/22786)

Endereço de atendimento
Clinica CEPAC –  Rua Tucanos, 1267,  Centro, Arapongas-PR
Telefone
(43) 998084621
E-mail
liliansg_psi@hotmail.com
Área de atuação
Atendimento clínico

 

CASCAVEL

Katlyn Iane da Silva Neckel (CRP-08/20273)

Endereço de atendimento
Clínica CPP – Avenida Tiradentes, 983, Centro – Toledo-PR
PSI CLÍNICA – Rua Paraná, 3033, Centro – Cascavel-PR | Centro Empresarial Formato, 14° andar – sala 142
Telefone
(45) 99927-1267
E-mail
katlyniane@hotmail.com
Área de atuação
Psicóloga Clínica especialista em Análise Comportamental, atendimento à crianças, adolescentes e adultos. Atendimento também em Libras

 

 

Yáskara Beatriz Fredo Meulam (CRP-08/18697)

Endereço de atendimento
Rua Minas Gerais, 2061 Ed. Day Saúde sala 311 – 3º andar
Telefone
(45) 99911-2097
E-mail
yaskarapsicologia@hotmail.com
Área de atuação
Clínica crianças, adultos e idosos

CURITIBA

Aldemar Balbino da Costa (CRP-08/14029)

Endereço de atendimento
Rua Candido López 205, 4° andar, sala 46, Centro, Curitiba-PR
Telefone
(41) 99611-0555
E-mail
aldemardc@gmail.com
Área de atuação
Atendimento psicoterapêutico a surdos, ouvintes, surdocego, surdo-autista.

Comentários
*O profissional é mestre e doutorando em Cognição, Aprendizagem e Desenvolvimento Humano, pesquisando surdocegos no ensino superior. Possui certificado Prolibras e é concursado como Tradutor Intérprete de Libras na UFPR. Concluiu Formação de Guia-Intérprete para apoio ao surdocego e múltiplo deficiente sensorial.

Alessandra Sivek Perez Malinoski (CRP-08/27815)
Endereço de atendimento
Rua David Carneiro, 289, São Francisco, Curitiba-PR
Telefone
(41) 99665-1312
E-mail 
alemalinoski.psico@gmail.com
Área de atuação
Abordagem Sistêmica – atendimento criança, adolescente, adulto, idoso, casal e família

Aline Dos Anjos Das Dores (CRP-08/28250)

Endereço de atendimento
Rua Marechal Deodoro – Casa

Telefone
(44) 99870-9604
E-mail

alineanjos_dores@outlook.com

Área de atuação
Atendimento psicoterápico a crianças, adolescentes e adultos
Comentários
A profissional possui conhecimento empírico em Libras

Celma Juliane Siqueira Gomes (CRP-08/26947)

Endereço de atendimento
Rua Marechal Deodoro, 252, 7° andar, sala 703, Curitiba-PR
Telefone
(11) 95122-8874
E-mail
celmajuliapsicologa@gmail.com
Área de atuação
Psicanálise e surdos

Comentários
*A profissional é surda com fluência de Libras

Cristiane Pereira Nascimento de Souza (CRP-08/17159)

Endereço de atendimento
Rua Cândido Lopes, Centro, Curitiba-PR
Telefone
(41) 98898-8428
E-mail
cristiane.pnsouza@gmail.com
Área de atuação
Todas as idades

Erika Emiko Izaki (CRP-08/14745)

Endereço de atendimento
Avenida Iguaçu, 2820, sala 501, Torre Comercial, Água Verde, Curitiba-PR
Telefone
(41) 98818-5112
E-mail
eri_zk@yahoo.com.br
Área de atuação
Adolescentes e adultos

Karin Juliana Daffinyn da Silva (CRP-08/26748)

Endereço de atendimento
Centro de Curitiba

Telefone
(41) 99553-0901
E-mail

julianakaju@gmail.com

Área de atuação
Psicologia clínica e educacional. Adolescentes e adultos. Psicologia histórico-cultural

Jhenifer Helena Andrade (CRP-08/22067)

Endereço de atendimento

Rua Voluntários da Patria, 262, 1º andar, sala 02, Curitiba-PR

Também atendimento à domicílio e por Vídeo.

Telefone

(41) 9994-63247

E-mail

jhenifer_jhey@hotmail.com

Área de Atuação
Dependência Química, Orientação Profissional, Psicologia do Esporte, Emagrecimento, Ansiedade e Timidez para Surdos e Ouvintes a partir dos 10 anos.

Comentários

* A profissional diz ser especialista em Psicologia do Esporte, Dependência Química e Avaliação Psicológica e Psicodiagnóstico.

João Donizeti do Nascimento (CRP-08/25257)

Endereço de atendimento
Edifício Everest – Rua Comendador Araújo, 143, sala 804, Centro, Curitiba-PR
Telefone
(41) 99626-5124
E-mail
dinizetijdn@gmail.com
Área de atuação
Sistêmica

Comentários
*Profissional afirma ter conhecimento empírico

Josiane Cristine Maenich Ignacio (CRP-08/20890)

Endereço de atendimento
Alameda Dr. Muricy, nº 542, Centro, Curitiba-PR
Telefone
(41) 99912-3691
E-mail
j.maenich@gmail.com

Área de atuação
Atendimento Familiar

Leila Patricia Lippmann De Campos (CRP-08/07100)
Endereço de atendimento
Rua Peru, 281, Cj 269, Edifício Marco Polo, Bacacheri, Curitiba – PR
Telefone
(41) 98832-3218 ou (41) 99994-4996
E-mail
leilapatriciapsico@hotmail.com
Área de atuação
Terapia individual e familiar (adolescente e adultos)

Lorena Milon de Alencar (CRP-08/27266)

Endereço de atendimento
Rua Ébano Pereira, 44, Centro, Curitiba-PR
Telefone
(41) 99123-6888
E-mail 
contatolorenamilon@gmail.com
Área de atuação
Atendimento em Libras; comportamento alimentar e público adultos

Silvia Beduschi Domingos (CRP-08/17946)
Endereço de atendimento
Avenida Vicente Machado, 160, Centro, Curitiba-PR
Telefone
(41) 98882-1305
E-mail
psicologasilviab@gmail.com
Área de atuação
Comportamental – Crianças e adultos surdos

Thaís Caroline Soares Santos (CRP-08/ 23590)
Endereço de atendimento
Rua João Bettega, 101, Portão, Curitiba-PR
Telefone
(41) 99832-7476
E-mail
thaiscaroline.contato@gmail.com
Área de atuação
Psicoterapia clínica a surdos e ouvintes. Atendimento a crianças, adolescentes, adultos e idosos.
Comentários
Profissional possui especialização em Educação Bilíngue, e experiência no atendimento clínico a surdos.

Valeria de Oliveira Boeno da Silva (CRP-08/28113)

Endereço de atendimento
Rua Marechal Deodoro, 126, sala 602, Curitiba-PR
Telefone
(41) 98459-3067
E-mail 
valeriaboeno@hotmail.com
Área de atuação
Psicologia clínica

Vanessa Virmond Taques Andreoli (CRP-08/05879)

Endereço de atendimento
Rua Murilo do Amaral Ferreira, 643, Água Verde, Curitiba-PR
Telefone
(41) 99968-5523
E-mail
vanessa.andreoli@hotmail.com
Área de atuação
Crianças, adolescentes e adultos.

Comentários
*A profissional trabalhou por 10 anos no CRESA (Centro de Reabilitação Sydnei Antônio), atualmente extinto, com atendimento clínico a alunos da instituição, convivendo diariamente com eles, utilizando-se da linguagem em Libras.

Foz do Iguaçu

Fabiana Becker Paulino (CRP-08/15448)

Endereço de atendimento
Rua Rui Barbosa, 820, Centro, Foz Executive Center, Sala 903, Foz do Iguaçu-PR
Telefone
(45) 99924 1413
E-mail 
faby_becker@hotmail.com

Área de atuação
Psicologia clínica – todas as idades
Comentários
* a profissional diz ter experiência em atendimento em LIBRAS há 10 anos

GUARAPUAVA 

Evelin Loriange Nascimento de Araújo (CRP-08/26193)

Endereço de atendimento
Rua Dr. Laranjeiras, 1138
Telefone
(42) 98838-2171
E-mail 
evelinlna@hotmail.com
Área de atuação
Emagrecimento, Clinica em Geral
Comentários
A profissional tem curso de Libras avançado

Jaguariaíva

Beatriz Brolezi Camilo (CRP-08/26398)

Endereço de atendimento

Rua Capivari, anexo centro médico, 122, Jaguariaíva-PR

Telefone

(43) 99934-7984

E-mail

psicologiabeatrizbrolezi@gmail.com

Área de atuação

Psicologia Clínica – criança, adolescente e adulto.

LONDRINA

Jayne Francine Capassi Alves (CRP-08/26020)

Endereço de atendimento
Unifil – Londrina-PR
Telefone
(43) 99607-8344
E-mail
jayne_capassi@hotmail.com

Comentários
*A profissional é deficiente auditiva e cursa pós-graduação em Libras.

 

Maria de Fátima Oliveira (CRP-08/22668)
Endereço de atendimento
Av. São Paulo, 702, Centro
Telefone
(43) 3324-2723 | (43) 99151-6855
E-mail
maria.fpsicanalise@gmail.com
Área de atuação
Psicanálise para crianças, adolescentes e adultos ouvintes e surdos

Comentários
Atendimentos na clínica para ouvintes e surdos em LIBRAS desde março de 2016, conclusão do curso de pós graduação em clínica psicanalítica em 2019.

MARINGÁ

Aline Mesquita Cancian (CRP-08/14651)

Endereço de atendimento
Rua Neo Alves Martins, 1334. Maringá-PR
Telefone
(44) 99988-5418
E-mail 
alinecancian@yahoo.com.br
Área de atuação
Atendimento clínico de adultos, adolescentes e crianças.

 

 

Caina Lima dos Santos (CRP-08/25798)
Endereço de atendimento
Rua Neo Alves Martins, 3176, Zona 01. Edifício Maurílio de Oliveira, 15° andar, sala 153, Maringá-PR
Telefone
(44) 99825-7319
E-mail
psicologacaina@hotmail.com
Área de atuação
Crianças, adolescentes e adultos.

 

 

Daniella Cristina Martins Hernandes (CRP-08/13577)
Endereço de atendimento

Av. Brasil, 6032 – sobreloja sala 108. Centro Comercial Alexandra (entrada ao lado dos correios)
Telefone
(44) 99929-7160
E-mail
psico_danny@hotmail.com
Área de atuação
Psicanalise – comportamental – Adolescentes e adultos

Comentários
Sou fluente em Libras, atualmente trabalho na associação dos surdos onde já realizo atendimento individual com os mesmos, hoje atendo na clínica com surdos e ouvintes. Sou usuária da Libras há mais de 15 anos, trabalho com o público surdo há quase 09 anos.

 

 

Denise Rolemberg de Mattos Vasconcelos (CRP-08/22646)

Endereço de atendimento
Rua Santos Dumont, 838 Sala 9, Zona 1, Maringá-PR
Telefone
(44) 99144-3895
E-mail
drolemberg@gmail.com
Área de atuação
Crianças, adolescentes e adultos surdos ou ouvintes

 

 

Daniella Critina Martins Hernandes (CRP-08/13577) 

Endereço de atendimento
Av. Brasil, 6032, – sala 108 – Centro Comercial Alexandra (entrada ao lado dos correios) Maringá/PR.
Telefone
(44) 999297160
E-mail
psico_danny@hotmail.com
Área de atuação
Psicanalise/ comportamental – adolescente e adulto
Comentários
A profissional diz que é usuária da Libras (língua brasileira de sinais) há mais de 15 anos, trabalha com o público surdo há quase 9 anos.

 

 

Hanna Aparecida Gomes Alves Martins (CRP-08/29089)

Endereço de atendimento
Avenida João Paulino Vieira Filho nº275 sala 15

Telefone
(44) 99147-5757
E-mail

hannamartins.psic@gmail.com

Área de atuação
Adolescentes e adultos
Comentários

A profissional é fluente em LIBRAS, língua da qual fala há anos. Realiza atendimento clínico para surdos e ouvintes.

 

 

Luciana Filizzola (CRP-08/7332)

Endereço de atendimento
Rua Santos Dumont 3472, sala 204, Zona 3, Maringá-PR
Telefone
(44) 99953-7534
E-mail
luciana_filizzola@hotmail.com
Área de atuação
Crianças, adolescentes e adultos.

 

 

Wagner Tadeu Rodrigues Gonçalves (CRP-08/28536)

Endereço de atendimento
Rua Rosana, 289
Telefone
(44) 98857-3866
E-mail
goncalveswtr@gmail.com
Área de atuação
Psicologia Clínica para ouvintes e surdos – Crianças, jovens, adultos e idosos
Comentários
Profissional diz que cursou Libras durante 2 anos na escola bilíngue para surdos, Instituto Santa Teresinha, em São Paulo. Em Maringá, está na pós graduação da Faculdade Eficaz no curso de Tradutor/Intérprete.

MEDIANEIRA

Rubiane Christ (CRP-08/19013)

Endereço de atendimento
Apae, Medianeira-PR
Telefone
(45) 98806-0596
E-mail
rubiane_christ@hotmail.com
Área de atuação
Educação/crianças

PARANAGUÁ

Caroline Chiarelli Colle (CRP-08/ 12825)

Endereço de atendimento
Rua Marechal Floriano, 783, Oceania, Paranaguá-PR
Telefone
(41) 3427-4026
E-mail
carochiarelli@hotmail.com
Área de atuação
Psicoterapia, Avaliação Psicológica e Neuropsicológica, Perícia e Assistente Técnica, EMDR, Brainspotting

PATO BRANCO

Luciana de Freitas Bica (CRP-08/20957)
Endereço de atendimento
Rua Pedro Ramires de Melo, 396, sala 303, Centro, Pato Branco-PR
Telefone
(46) 98827-8301
E-mail
luciannabicca@gmail.com
Área de atuação
Ouvintes e surdos

Comentários
*A profissional atua na Feneis (Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos)

PONTA GROSSA

Jussara Doretto Benetti do Prado (CRP-08/25852)

Endereço de atendimento
Rua Colombo, 297 – Vila Estrela. Ponta Grossa – Paraná.

Telefone
(42) 99827-3225
E-mail

jussaradbprado@gmail.com

Área de atuação
Clínica – adolescentes, adultos e idosos.
Comentários

A profissional realiza atendimentos on-line para comunidade surda também através de vídeo chamadas no Skype.

Marcia Oliveira Stachera (CRP-08/30512)

Endereço de atendimento
Rua Euzébio da Motta, 214, Bairro Ronda, Ponta Grossa-PR

Telefone
(42) 99997-0440
E-mail

marcia.st28@gmail.com

Área de atuação
Atendimento a crianças, adolescentes e adultos surdos.
Comentários

Atua como Psicóloga no CEPRAF – Centro Pontagrossense de Reabilitação Auditiva e da Fala “Geny de Jesus Souza Ribas”;
Psicóloga atende crianças surdas presencialmente. Atende adultos surdos online e presencialmente.

QUEDAS DO IGUAÇU 

Endriely Caroliny Teodoro Lunardi (CRP-08/22852)

Endereço de atendimento
Clínica Corpo e Mente, Quedas do Iguaçu
Telefone
(45)99155-8563
E-mail
endriely@gmail.com

Área de atuação
Psicoterapia/surdos
Comentários
A profissional diz que está em andamento curso de Libras em parceria com a Associação de Surdos de Quedas do Iguaçu e experiência com surdos.

SANTA TEREZINHA DE ITAIPU

Jemima Delly Magalhães da Rosa (CRP-08/31873)
Endereço de atendimento
Rua das comunicações, 1996, Santa Terezinha de Itaipu-PR
Telefone
(45) 99944-7265
E-mail
jemima.psi@hotmail.com
Área de atuação
Clínica. Adolescentes, adultos e idosos

Comentário

A profissional diz ter Curso de Libras pela Associação de Pais e Amigos dos Surdos Foz do Iguaçu (APASFI).

SÃO MIGUEL DO IGUAÇU

Josiane Heck (CRP-08/18511)
Endereço de atendimento
Euclides da Cunha, 601, Centro, São Miguel Do Iguaçu-PR
Telefone
(45) 99971-5529
E-mail
josianeheck@hotmail.com
Área de atuação
Crianças, jovens e adultos

SÃO JOSÉ DOS PINHAIS

Caroline Coelho Vieira (CRP-08/09473)
Endereço de atendimento
Rua Ivaí, 242, São Pedro, São José dos Pinhais-PR
Telefone
(41) 996522011
E-mail
carolcoelhov@yahoo.com.br
Área de atuação
Crianças, adolescentes e adultos

Comentários
*A profissional possui experiência como Psicóloga na Prefeitura Municipal de São José dos Pinhais-PR em Centro de Atendimento Especializado na Área da Surdez. Atualmente trabalha no Instituto Florescer, atendendo opcionalmente em Libras.

UMUARAMA

Gisele Texdorf Martins (CRP-08/10329) 
Endereço de atendimento
Rua Rui Ferraz de Carvalho, 4212, sala 706, Zona 1, Umuarama-PR
Telefone
(44) 9766-8310
E-mail
gtmpsico@gmail.com
Área de atuação
Adultos

Comentários
*A profissional possui experiência no atendimento em Libras

OUTRAS REGIÕES

Amanda Cavalcante (CRP-06/ 141374)
Endereço de atendimento
Rua José Versolato, 511, Centro, São Bernardo do Campo – SP
Telefone
(11) 98627-6643
E-mail
amanda.libras@yahoo.com

Área de atuação
Crianças, Adolescentes e Adultos.

Barbara Nascimento Ayrosa  (CRP-06/104377)    
Endereço de atendimento
Vila Ema, São José dos Campos  SP
Telefone
(12) 99737-3761
E-mail
psi.barbara.ayrosa@gmail.com
Área de atuação
Psicanálise. Crianças, adolescentes e adultos.

Comentários

*A profissional é especializada em atendimento clínico em Libras.

Bruna Michele Pereira (CRP-04/44666)
Endereço de atendimento
Centro e Alípio de Melo, Belo Horizonte  Minas Gerais
Telefone
(31) 99162-4773
E-mail
samartins04@yahoo.com.br
Área de atuação
Terapia Cognitivo Comportamental – crianças e adolescentes

Carlos André Frota Ximenes (CRP-11/11827)
Endereço de atendimento
Rua Campo Amor Rocha, 94, Fatima, Fortaleza – CE
Telefone
(85) 99797-9915
E-mail
carlosandrefx@gmail.com
Área de atuação
Faço atendimento bilíngue (português/Libras), assessoria e consultoria na área da acessibilidade

Carolina Montanieri Russi do Nascimento (CRP-06/136667) 
Endereço de atendimento
Rua Coronel Marcondes de Matos, 35, Centro, Taubaté  SP
Telefone
(12) 99114-7292
E-mail
carolina.montanieri@gmail.com
Área de atuação
Psicologia Comportamental, Terapia de Casal, Mindfulness para Ansiedade, Palestrante, atendimento individual a partir dos 18 anos.

Cristiane Silva de Jesus (CRP-08/29621)
Endereço de atendimento
Online
Telefone
(41) 99900-0021
E-mail
psicologa.cristianejesus@gmail.com
Área de atuação
Área Clínica pautada na abordagem Junguiana e voltada para o atendimento de adolescentes e adultos.

* A profissional diz não ter curso e nem certificado de LIBRAS, mas que aprendeu a se comunicar em LIBRAS através de sua irmã que é deficiente auditiva.

Daiane Gleise Rodrigues Lima (CRP-19/IP003795)

Endereço de atendimento

Centro Médico Jardins, sala 604, Bairro Jardins, Aracaju – SE.

Telefone

(79) 98874-5346

E-mail

psidaianelima@gmail.com

Área de atuação

Clínica com público em geral.

Deise Schroeter (CRP-07/14824)

Endereço de atendimento

Rua Ramiro Barcelos, 1793 sala 305, Bairro Bom Fim, Porto Alegre – RS

Telefone

(51) 98151-0691

E-mail

deisesch@gmail.com

Área de Atuação
Psicóloga clínica, atendimento a adolescentes e adultos

Comentários
* A profissional diz que tem formação em Psicologia PUCRS, 2006,  e fluência em LIBRAS

Jéssica Vergani Silva (CRP-06/125057)      
Endereço de atendimento
Dr. Gurgel n°60, 1°andar – Presidente Prudente – SP
Telefone
(18) 98113-3373
E-mail
jessica.vergani@hotmail.com
Área de atuação
Clínica individual e em grupo de surdos. Acesso Libras.

Jessyyca Mahylla Martins Pacondes (CRP-08/25300)

Endereço de atendimento

Atendimentos realizados online.

Telefone

(41) 99661-0779

E-mail

jm.psicologiaclinica@gmail.com

Área de atuação

Psicologia Clínica. Avaliação Psicológica e Psicodiagnóstico.
Atendimentos realizados para adolescentes e adultos.

Comentários
* A profissional diz ser Psicóloga atuante na área clínica com acessibilidade em LIBRAS, certificada pela FENEIS – Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos. Atuante também como intérprete em reuniões, encontros e eventos, sempre com um bom relacionamento e convívio com a comunidade surda.

Lais Fernandes da Silva (CRP-06/140152)

Endereço de atendimento

Clínica Luari: Rua Paula Souza, 89, Centro, Itu – SP

Clínica Viva: Rua Rodrigues Alves, 512, Centro, Salto-SP

Telefone

(11) 99849-6758

E-mail

laisf.psi@gmail.com

Área de Atuação
Atendimento infantil, adolescente e adulto. Atendimento acessível em Libras.

Comentários

Atendimento particular e convênios médicos diversos

Leila Lopes Leite de Sena (CRP-08/05550)

Endereço de atendimento
Atendimento online
Telefone
(44) 99007-5288
E-mail
leilasena.psi@gmail.com
Área de atuação
Terapia Cognitivo Comportamental – adolescentes e adulto

Leonardo Francisco Das Chagas (CRP-20/06038)

Endereço de atendimento
Av. Dr. Theomario Pinto da Costa, 811, sala 711, Edifício Sky-e Platinum Offices – Chapada, Manaus – AM
Telefone
(92) 99411-7697
E-mail
leonardochagas.psi@gmail.com
Área de atuação
Área clínica, Adultos (individual, casais, surdos e ouvintes).

Comentários
*O profissional diz que é especialista em Libras com experiência no uso do idioma.

Nara Núbia Lima de Andrade (CRP-04/58322)

Endereço de atendimento

Rua Porto Alegre, 826, Nossa Senhora Aparecida – Uberlândia

Telefone

(34) 98438-9009

Área de atuação

Psicóloga Clínica – Jovem, adulto e idoso.

Natalí Cintia dos Santos (CRP-18/03012)
Endereço de atendimento
Rua José Lanzarin, nº 610 NW, Jardim Águas Claras, Sapezal – MT
Telefone
(65) 99921-1060
E-mail
natalicintia@hotmail.com
Área de atuação
CREAS (Centro de Referência Especializado em Assistência Social) e surdos em geral.

Rafaela Patrícia Da Costa (CRP-02/22232)

Endereço de atendimento

Rua Soledade, Recife – PE

E-mail

psinclusao@gmail.com

Área de atuação

Psicologia Clínica e Social – Crianças, adolescentes e Adultos. Pessoas com Deficiência Auditiva e Pessoa Com Deficiência Visual.

Comentários
* A profissional é Psicóloga Clínica, com atendimento Acessível em LIBRAS, em Recife/PE, e Doula, como dispositivo para Assistência Humanizada da Gestação, Parto e Puerpério.

Reginaldo Benedito dos Santos (CRP-06/133928)
Endereço de atendimento
Sorocaba – SP
Telefone
(15) 98102-3307
E-mail
saint.reginaldo@gmail.com
Área de atuação
Terapia Cognitivo Comportamental – adolescentes e adultos

Verônica Ribeiro Barros (CRP-05/43740)
Endereço de atendimento
Niterói – Rio de Janeiro
Telefone
(21) 98098-9989
E-mail 
ve_ribeirobio@yahoo.com.br
Área de atuação
Clínica transdisciplinar. Atendimento a crianças, adolescentes e adultos.

Pessoas com Deficiência e a pandemia de Covid-19: orientações para a sociedade

No final de janeiro deste ano, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou estado de Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional em função do surto de Covid-19. Apesar de a deficiência não se enquadrar a princípio como fator para que a pessoa faça parte do grupo de risco para contaminação pelo coronavírus – conforme informa o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos em sua cartilha direcionada a esta população – ; a Lei Brasileira de Inclusão afirma, no parágrafo único de seu Artigo 10, a condição de vulnerabilidade da pessoa com deficiência em situações de emergência pública e o Conselho Nacional de Saúde também recomenda que todas as pessoas com deficiência sejam incluídas como grupo de risco para a infecção pelo Covid-19. Sendo dever também da sociedade assegurar a efetivação dos direitos das pessoas com deficiência, o Núcleo de Pessoas com Deficiência da Comissão de Direitos Humanos do CRP-PR traz considerações relevantes ao período de pandemia. Veja a seguir:

Sou pessoa com deficiência e quero saber como me manter protegida durante a pandemia

Para evitar o contágio do Covid-19 é importante seguir as orientações das autoridades sanitárias, principalmente no que se refere a higienizar as mãos regularmente e tomar medidas para o distanciamento social. Para as pessoas com deficiência que necessitam de cuidados constantes de terceiros para suas atividades de vida autônoma, pode se tornar mais difícil manter a distância mínima recomendada de um metro. Nestes casos, reforce os cuidados com higienização, ventilação de ambientes e proteção de vias aéreas com máscaras, que podem ser feitas de forma caseira. Pessoas assintomáticas também podem ser transmissoras do vírus, desta maneira é importante que os cuidados sejam mantidos cotidianamente.

 

Além das mãos, é importante que a higienização aconteça nos equipamentos utilizados com frequência, como ventiladores mecânicos, cadeiras de rodas, bengalas, muletas e demais objetos. Lembre-se que a pandemia é uma questão de saúde pública, sendo dever de todos evitar os riscos de contaminação pelo coronavírus, contribuindo para a não disseminação do mesmo.

 

Também se faz importante assumir cuidados com sua saúde mental durante este período de distanciamento social. Estar afastada(o) das atividades sociais de estudo, trabalho e lazer pode trazer sentimentos de ansiedade, solidão e insegurança. Mantenha proximidade de familiares e amigos por meio de interações virtuais. O contato com outras pessoas é benéfico no processo de enfrentamento ao momento atual, pois pode facilitar o gerenciamento das emoções e amenizar a ansiedade.

 

Além disso, é importante buscar por informações de fontes confiáveis e sem excessos, manter-se produtivo dentro de suas possibilidades, não interromper tratamentos de saúde, e buscar ajuda caso seus sentimentos estejam lhe deixando desconfortável, triste ou angustiada(o). Você pode ler mais sobre estas e outras orientações quanto aos cuidados com saúde mental durante a quarentena, no material elaborado pelo CRP-PR.

 

Caso necessite de suporte psicológico, você pode acessar os serviços de escuta emergencial disponibilizados gratuitamente pelos governos estadual e municipal, na capital. O governo do Paraná disponibiliza em sua plataforma de Telemedicina uma intermediação entre a população e Psicólogas(os) voluntárias(os). Para quem reside em Curitiba, a prefeitura disponibiliza dois canais de escuta e acolhimento por profissionais de Psicologia durante o período de pandemia, o TelePaz (41 3350-8500) e o TeleTea (41 3262-0579), sendo este último direcionado a familiares de pessoas com transtorno do espectro autista. Ressalta-se, ainda, o serviço do Centro de Valorização da Vida (CVV), disponível pela internet ou pelo telefone 188 em todo o Brasil.

 

Para a(o) estudante com deficiência, a substituição das aulas presenciais pela modalidade a distância, autorizada pelo Ministério da Educação durante o período de quarentena, para educação básica e ensino superior, deve garantir as medidas de acessibilidade nas atividades pedagógicas não presenciais. O Conselho Nacional de Educação recomenda que seja assegurada a manutenção do atendimento educacional especializado, com suporte na elaboração do plano de estudo individualizado. Caso você seja estudante e esteja realizando modalidade de ensino à distância no período de quarentena, saiba que é responsabilidade da unidade educacional prover os recursos de acessibilidade e ferramentas de inclusão necessárias.

 

No que diz respeito às relações de trabalho, o Ministério Público do Trabalho (MPT) emitiu a Nota Conjunta Nº 07/2020 com diretrizes a serem observadas a fim de reduzir a disseminação do novo coronavírus em trabalhadoras(es) com deficiência. A Nota recomenda aos(às) empregadoras(es) adotarem como parâmetro mínimo as medidas de: direito ao trabalho remoto em residência à(ao) trabalhador(a) com deficiência; dispensa de comparecimento ao trabalho com remuneração garantida; política de autocuidado e orientação sobre prevenção de forma acessível; não redução da remuneração; configuração como ato discriminatório a demissão por ausência no trabalho; orientação das(os) trabalhadoras(es) com sintomas de Covid-19 para busca de tratamento na rede de saúde; treinamento para utilização de EPI´s em formato acessível; e flexibilização de jornada, para deslocamento da(o) trabalhador(a) em horário de menor movimentação de pessoas. Se porventura seu empregador não estiver cumprindo com as diretrizes indicadas pelo MPT, você pode oficializar uma denúncia em canal próprio deste órgão de defesa da ordem jurídica das relações de trabalho.

Sou membro da comunidade e quero saber como posso ajudar as pessoas com deficiência

A Lei Brasileira de Inclusão declara que é dever do Estado, da sociedade e da família assegurar à pessoa com deficiência a efetivação dos direitos decorrentes da Constituição Federal, da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo e das leis e de outras normas que garantam seu bem-estar pessoal, social e econômico. É fundamental, portanto, que todas as pessoas conheçam, respeitem e façam cumprir os direitos humanos das pessoas com deficiência.

 

Toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidade com as demais pessoas, à não discriminação; ao atendimento prioritário; à atenção integral à saúde; sistema educacional inclusivo; à moradia digna; ao trabalho, habilitação e reabilitação profissional; à igualdade de oportunidades na cultura, esporte, turismo e lazer; ao transporte e mobilidade sem barreiras; à informação e comunicação em formatos acessíveis; ao acesso à tecnologia assistiva; à participação na vida pública e política; ao acesso à justiça e seus serviços; ao exercício de sua capacidade legal e à adoção de medidas extraordinárias de proteção, quando necessário.

 

Durante o período de pandemia, devido ao distanciamento social, ações solidárias cotidianas podem se tornar mais escassas para as pessoas com deficiência que necessitam transitar pelos espaços coletivos. Por este motivo, sempre que possível, ofereça auxílio às pessoas com deficiência em suas questões de mobilidade. Você pode fazer isto guiando uma pessoa cega na travessia de uma rua, ajudando uma pessoa em cadeira de rodas a superar um obstáculo na calçada, oferecendo informações simplificadas e acessíveis, dentre tantas outras maneiras que a própria pessoa com deficiência, no momento da interação, pode te orientar a respeito.

 

Um grande obstáculo enfrentado pela população com deficiência é o capacitismo presente estruturalmente em nossa cultura. O capacitismo é a discriminação por motivo da condição de deficiência. É um conceito ligado à corponormatividade, isto é, à ideia de que existe um padrão corporal perfeito, sendo inferiores os corpos que se afastam deste padrão. Devido ao capacitismo, pessoas com deficiência são constantemente invisibilizadas, silenciadas, subestimadas e superprotegidas. Para contribuir para a quebra do preconceito, é necessário reafirmar os direitos humanos das pessoas com deficiência, especialmente no tocante ao seu protagonismo e autodefensoria.

 

A pessoa com deficiência possui assegurada por lei sua plena capacidade civil, ou seja, direito à tomada de decisões sobre seu corpo, sua vida e suas relações. No atual cenário de pandemia, na iminência da necessidade de um tratamento de saúde, é importante proporcionar que a pessoa com deficiência exercite, dentro de suas possibilidades, o direito ao consentimento prévio, livre e esclarecido nas decisões relativas a seu tratamento. Da mesma maneira, é necessário proporcionar o acesso a informações em formato acessível e de fácil compreensão sobre o atual cenário epidemiológico e suas implicações. Ao disponibilizar informações ao público em geral, lembre-se de incluir interpretação em Libras, audiodescrição, oferta de materiais em formatos compatíveis com leitores de tela e linguagem simplificada. Adote estes recursos independente de já possuir pessoas com deficiência dentre seu público. Acessibilizar conteúdos e projetos é, para além de uma ética comunitária, uma postura direcionada ao desenho universal – previsto na Lei Brasileira de Inclusão, em seu Artigo 55, como uma regra de caráter geral.

Como denunciar uma possível violação de direitos de pessoas com deficiência

As denúncias de suspeitas de violação de direitos de crianças ou adolescentes com deficiência devem ser encaminhadas aos Conselhos Tutelares.

 

No caso de pessoas adultas e idosas com deficiência, as denúncias devem ser dirigidas aos Centros de Referência Especializados da Assistência Social (CREAS) e às Promotorias de Justiça do Ministério Público do Paraná.

 

Também pode ser utilizada a Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, pelo telefone 100, que permite manter anônima a identidade da(o) denunciante.

Confira e faça o download das cards com informações de saúde mental para pessoas com deficiência:

Leia mais sobre a temática:

“Pessoas com Síndrome de Down são pessoas e não a síndrome”

Com muitos anos de experiência – primeiro como voluntária e depois como Psicóloga no ambulatório da Síndrome de Down do Hospital de Clínicas da UFRP (HC), Maria Gislene de Araújo Pessoa Gouvea (CRP-08/14158) – Gislene, como gosta de ser chamada, conta que o preconceito é o principal fator de sofrimento para as pessoas que ela atende.

A desconfiança em relação à capacidade e potencialidade das pessoas com a Síndrome aparece com vários formatos: muitas vezes é a superproteção que visa protegê-las, mas que em excesso pode limitar e prejudicar; a falta de inclusão real no mercado de trabalho – sim, em cargos que não sejam figurativos, com trabalho efetivo e mesmo com regras; a educação que seja adaptada às necessidades de desenvolvimento singulares, mas que não as afaste da convivência e brincadeira normais da infância; e a falta de compreensão com a vivência do afeto e da sexualidade como naturais em cada fase da vida, como ocorre com qualquer outra pessoa, são exemplos de experiências que podem ser dolorosas ou dificultar o desenvolvimento.

A Psicóloga Gislene e sua filha Karina.

Neste dia Dia Internacional de Síndrome de Down, lembrado em 21 de março, o CRP-PR conversou com a Psicóloga sobre diversas questões que afetam seu trabalho:

 

CRP-PR – Como você começou a trabalhar com pessoas com Síndrome de Down?

Gislene – Para falar sobre essa temática, vou contar um pouco da minha experiência pessoal, o que me levou a fazer Psicologia para poder entender mais desse universo. Eu tenho uma filha de quarenta anos com Síndrome de Down. Há quatro décadas não se sabia absolutamente nada sobre a Síndrome. Eram chamados “mongoloides” e afastados da sociedade.

 

Foi assim que um médico me deu a notícia, aos 19 anos, quando fui mãe. Ela nasceu com os pezinhos para dentro e eu a levei a um ortopedista para o uso de bota engessada. Ele olhou pra mim e falou: “Você sabe que sua filha é mongoloide?”. Eu nunca tinha escutado nem o termo. “Se eu fosse você, eu a deixava aqui para adoção porque ela vai vegetar. Ela não vai fazer nada. Ela não vai andar, não vai falar”. Saí de lá desesperada, chorando, porque, pra mim, era meu bebê que estava nascendo e que estava nos meus braços. Minha primeira filha e eu estava sozinha, porque meu marido estava trabalhando em Curitiba. Depois que passou aquela revolta de um médico ter me falado isso, procurei um outro profissional em São Paulo e esse foi categórico: “Não, ela não tem nada. Sua filha é absolutamente normal. Ela só tem os pezinhos tortinhos que precisam tratar com bota engessada, talvez uma cirurgia e vai resolver”.

 

No entanto, eu tinha dois sobrinhos e acompanhei a evolução deles, então com o passar do tempo eu percebia que minha filha, Karina era muito molinha, ela não parava a cabeça. Ela não estava se desenvolvendo no mesmo ritmo que eu estava acostumada. Quando voltei para Curitiba, ela tinha cinco meses e fui procurar aqui atendimento no HC. Lá, eu encontrei profissionais maravilhosos e que realizaram a investigação do caso. Apesar de hoje sabermos que o diagnóstico é clínico, naquela época não era tão simples assim. Foi só aos três anos e meio que eu soube, definitivamente, que a Karina tinha Síndrome de Down. Quando ela já tinha 25 anos, minha sobrinha e meu filho Felipe começaram fazer cursinho para prestarem vestibular, me convidaram e eu aceitei o desafio. Eu não havia ainda tido a oportunidade de fazer faculdade e, com essa convivência no Associação Reviver Down, onde eu já atuava como voluntária, tive muita vontade de fazer Psicologia. Ingressei no curso já com o propósito de trabalhar com pessoas com necessidades especiais.

 

CRP-PR – Deve ter sido bastante difícil…

Gislene – Foi. Só aos três anos e meio que eu tive o diagnóstico e precisei lidar com esse atraso. Afinal, ela já havia perdido toda essa primeira fase da primeira infância que, para qualquer criança, sendo neurotípica ou não, é o melhor momento para aprendizado, para a estimulação. O que nos auxiliou foi que tive outro filho, com um ano e dois meses de diferença, e a Karina evoluiu com ele, aprendeu a andar e saiu das fraldas com ele, começou a falar e andou de bicicleta acompanhando o irmão. A única coisa boa do diagnóstico tardio é que a Karina teve exatamente o mesmo tratamento que o Thiago, nunca a tratei como diferente, quando ela estava com cinco anos veio o Felipe, que também contribuiu muito com o desenvolvimento dela. Os médicos do HC sempre me orientaram: o melhor, para qualquer criança, é estimular. “Coloca móbile, dá papel barulhento para ela pegar, bichinhos de pelúcia de várias texturas, coloca ela no chão e deixa ela ir buscar”. E foi esse processo que eu fiz e minha filha teve muitos ganhos por causa disso. Hoje em dia, sabemos que é isso o necessário e orientamos os pais a fazerem quando os bebês nascem: estimulação precoce.

 

CRP-PR – Como foi o desenvolvimento e período escolar para vocês?

Gislene – Como toda criança daquela época, a Karina teve algumas dificuldades. Ela nunca foi para uma escola especial, sempre esteve em escola regular, participando de uma “sala especial”. No recreio, ela ficava com os irmãos. Eu percebi depois que, no caso da Síndrome de Down, as escolas especiais podem tirar, segregar e até dificultar alguns aspectos em função da ausência de convivência social com a diversidade. Isso é importante porque eles aprendem por imitação, pela convivência, com a busca por se comunicar para falar com o amiguinho, então eles vão ter mais um esforço quando eles estão no ensino regular.

 

CRP-PR – Esse afastamento também não favorece a compreensão pelas demais pessoas…

Gislene – A questão é não rotular nosso filho, não é porque ele tem Síndrome de Down que vou tratar ele como uma Síndrome. São filhos, não são uma síndrome. É preciso se afastar da síndrome, apesar de ela estar presente na aparência, diante dos nossos olhos, mas é preciso ir além. E, hoje em dia, a gente bate muito nesse ponto, sobretudo com os pais: “Não, eles não podem tudo. Eles precisam de limites”. Eles não são tão especiais assim, ou melhor, são crianças, jovens, pessoas adultas e idosos tão especiais quanto qualquer outra pessoa. Têm os ciclos de vida e seus momentos específicos, como todos nós e, nesse ciclo, a gente tem que respeitar e vê-los como realmente são.

 

O que estudei durante a graduação me fez perceber que algumas dificuldades que minha filha teve não foram em função da Síndrome e sim por deficiências minhas. Por exemplo: o fato de ir e vir sozinha. Como eu ficava sempre muito preocupada sobre ela pegar ônibus sozinha, ir aos lugares. Por isso a Karina por muito tempo, tinha medo de entrar em um ônibus e eu só a levava para os lugares de carro. Nós não a treinamos para ter essa autonomia. Por outro lado, ela é totalmente autônoma, em ficar em casa e fazer as coisas dela e ela também sempre trabalhou fora, no início em empresas da família e depois em outras agências e até mesmo em multinacionais.

 

Neste aspecto, uma dificuldade que ela teve foi a falta de regras em uma das empresas que trabalhou. Ela podia tudo no início, sem ter as regras explicadas e sem ter uma rotina estabelecida. Só que, com o tempo, a equipe já não conseguia lidar com essa questão e ela passou a entender que algo havia mudado e que as pessoas “não gostavam mais dela”. Hoje, quando eu faço a integração de pessoas que acompanho em empresas, sempre explico que as regras e a rotina devem ser as mesmas que as aplicadas aos outros profissionais. Há, obviamente, adaptações necessárias ao trabalho, mas as regras são regras.

 

CRP-PR – Há uma compreensão equivocada de que haveria níveis de Síndrome de Down?

Gislene – Sim, mas isso não é verdade. Há tipos diferentes de trissomia: simples (ou livre), translocação e mosaico. Mas isso não significa um nível, como se alguém tivesse menos ou mais Síndrome de Down. Uma pessoa com Síndrome de Down a tem, ponto. Embora possamos ter desenvolvimentos diferentes em função da estimulação e da socialização e de não deixar que elas sejam isoladas ou acomodadas. Importante mesmo é não as tratar como uma síndrome, mas como pessoa. E uma pessoa que se desenvolve, necessita de estímulos e investimentos durante toda a vida.

 

CRP-PR – O adulto, em geral, passa por uma queda no investimento e na estimulação?

Gislene – Muito. No adolescente já há uma queda no investimento e nesse caso o que acontece? Aquele adolescente não sabe porque está tendo transformações no corpo e nem o que está acontecendo com ele. Como ele não compreende, é provável que tenha comportamentos inadequados em público, porque não se fala sobre isso. E essa é uma fase na qual eles têm muitas dúvidas. “O que eu posso? Eu só posso beijar? Ou eu posso fazer mais alguma coisa? E o que eu posso fazer?” Estão cheios de dúvidas. Muitas vezes, essas dúvidas chegam um pouco mais tarde, lá pelos 15, 16 anos. Mas essa hora chega e é preciso conversar sobre os temas, como ocorreria – ou deveria ocorrer – com qualquer outro adolescente.

 

CRP-PR – As pessoas com Síndrome de Down vão ter uma percepção mais tardia da sexualidade?

Gislene – Um pouco mais tardia, mas vão ter. Você percebe nitidamente quando eles passam daquela fase de criança para essa fase adolescente. Depois, você também percebe quando eles passam da fase da adolescência para a fase adulta, que é quando eles querem se colocar mais. Aí eles começam a questionar e aí começa também a dificuldade em deixá-los crescer. Eles querem falar sobre sexo e sobre desejo e algumas famílias dizem “ah, não, ela é só uma criança”. No geral, o trabalho é apresentar aos familiares que se você está trabalhando a questão da autonomia, do que ela quer, o que ela sente, isso perpassa todas as áreas da vida. Efetivamente, essa pessoa não é uma criança. É uma mulher ou um homem adulto com Síndrome de Down e quem tem desejos, vontades, questionamentos interiores e ela(e) quer falar sobre isso. E cabe a nós ouvi-los. Dentro dos limites éticos e técnicos da profissão, obviamente, mas cabe ouvir e acolher esses assuntos.

 

E não só sobre isso. Eles questionam a própria condição: “Por que eu tenho a Síndrome de Down? E se eu não tivesse? Como seria? Eu gostaria de não ter?”. O que trabalhamos geralmente na clínica é o que eles imaginam que seria diferente se não tivessem. E a resposta é que eles não conseguem se ver sem a síndrome. Ela faz parte de quem eles são. No geral, eles passam a responder a quem pergunta: “Eu tenho a Síndrome de Down, mas não é uma doença. É minha condição genética. Eu posso trabalhar, fazer as coisas, tenho meu tempo, mas vou aprender. Vou fazer”.

 

Isso também não é romantizar. Pessoas com Síndrome de Down têm uma desorganização neurofisiológica que afeta a cognição, a linguagem, a regulação das emoções e da memória a longo prazo, por exemplo. E essa desorganização que eles têm, por mais que a gente faça estimulação, dê medicamento (tem gente procurando “cura” para a Síndrome de Down), dê suplemento (em fase experimental e ainda sem qualquer indício comprovado de eficiência), por mais que você faça isso, essa desorganização permanece e essa pessoa nunca vai ter uma percepção como uma pessoa neurotípica. Ela vai ter autonomia sim, mas com apoio em algumas situações como, por exemplo, a venda de bens. Por isso é tão importante a estimulação e o treinamento para a autonomia, possibilitando que eles tenham regras e responsabilidades. Adaptar é diferente de privar a pessoa de desenvolver suas potencialidades, ainda que com mais dificuldade.

 

Também é discriminação não aproveitar a potencialidade. Na escola, por exemplo, não é necessário que, na aula de educação física, o professor deixe a pessoa com Síndrome de Down fazendo o movimento errado. No geral, o que os pacientes dizem é “eu quero aprender o certo. Não quero aprender o errado porque tenho Síndrome de Down”. Então a gente sabe que existe, ainda, esse tipo de mentalidade: “deixa ele lá, deixa ele fazer qualquer coisa de qualquer jeito”. E não é isso que eles querem ou precisam.

Você sabe o que é #PraCegoVer?

Você já reparou que o Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR) coloca a hashtag #PraCegoVer nas postagens com imagens? Esse projeto foi criado em 2012 pela professora de Braille Patrícia Silva de Jesus, que gosta de ser identificada como Patrícia Braille em homenagem ao sistema de leitura para pessoas com deficiência visual. Desde então, as redes sociais deram um passo à frente para a acessibilidade dos cegos. O #PraCegoVer possibilita a audiodescrição para a compreensão de imagens, transformando elementos visuais em palavras. É também uma maneira de chamar atenção para que os videntes enxerguem as pessoas com deficiência visual e reconheçam as suas necessidades.

Marcas multinacionais e páginas de serviços públicos já aderiram à ferramenta. Além disso, o projeto foi indicado pelo Itamaraty para concorrer ao Prêmio UNESCO-Hamad Bin Isa Al Khalifa-2017. No Ceará, o #PraCegoVer está previsto pela lei municipal nº 10.668/2018, que institui a prática nas redes sociais da Prefeitura de Fortaleza e seus órgãos e pela Câmara Municipal de Fortaleza.

Em homenagem ao Dia Nacional do Cego (13 de dezembro), o CRP-PR entrevistou a criadora da hashtag para explicar como ela funciona, quais são os impactos para os cegos e como as pessoas podem começar a usar! Confira a entrevista:

 

CRP-PR: Como surgiu e foi desenvolvida a ideia do projeto? Por que se chama “pra cego ver”?

Patrícia: O projeto #PraCegoVer foi criado por mim e surgiu da minha necessidade de me comunicar, por meio de imagens, com os cegos em minhas redes sociais. Quando aderi ao Facebook, eles me adicionaram, então eu não me permitia postar fotos sem descrever, do mesmo modo como fazia em meu blog, o Patricitudes. Pela passagem do aniversário do criador do Sistema Braille, Louis Braille, criei em 4 de janeiro de 2012 um evento virtual no Facebook chamado “Pra Cego Ver”, convocando as pessoas a descrever para um cego. Foi um sucesso! Em seguida criei a página, para não deixar a ideia cair no esquecimento. Em resumo: “enxergar” a existência de pessoas com deficiência nas redes sociais foi minha motivação.

#PraCegoVer carrega em si o princípio de que a cegueira às vezes está nos olhos de quem enxerga. Ele existe para o cego que não enxerga a imagem e para o vidente que não enxerga o cego. É uma provocação, um chamamento para as pessoas se enxergarem mais, saírem de suas zonas de conforto e perceberem que podem fazer acessibilidade, mesmo que seja uma breve descrição de uma imagem na Internet. Como esta hashtag tem uma função educativa e inclusiva, ela existe para impactar, para despertar o olhar de quem lê e se pergunta: “Ué, pra que raios esta descrição está aqui?”. Então vai pesquisar mais um pouco e… Zaz! Mais um vidente deixou de ser “cego”.

#PraCegoVer carrega em si o princípio de que a cegueira às vezes está nos olhos de quem enxerga. Ele existe para o cego que não enxerga a imagem e para o vidente que não enxerga o cego.

Patrícia Silva de Jesus, conhecida como Patrícia Braille, criadora do #PraCegoVer

Como você conseguiu a colaboração de mais pessoas na utilização da hashtag?

A adesão desse número expressivo de pessoas e empresas se deve a dois principais motivos: às pessoas com deficiência visual que, satisfeitas pelo modelo proposto por mim, passaram a exigir a mesma postura de outros usuários das redes sociais e também à minha persistência, pois foi bastante desafiador ir de inbox em inbox sugerindo às empresas, constituídas de pessoas leigas em inclusão e acessibilidade, a adoção da prática da descrição de imagens, quando nem os profissionais de acessibilidade e audiodescrição faziam isso em seus conteúdos.

 

Desde o início do projeto até hoje, o que você pôde aprender? Algo mudou?

Aprendi muito, aprendo todos os dias. A qualidade das descrições, com meus estudos ininterruptos, vai melhorando, mas existe uma outra aprendizagem também que é sobre a honestidade das pessoas: muita gente anunciou o meu projeto como ideia própria. Outros, ao serem elogiados pela “autoria” do projeto, simplesmente aceitavam o  elogio, sem nenhum pudor. Se eu chamava no inbox para esclarecer o “equívoco”, me acusavam de ser pouco altruísta, esperavam de mim uma postura servil, pois, já que trabalho com acessibilidade, deveria ser um tipo de sacerdotisa que não se importa em ser lesada. As pessoas ainda querem lucrar com a ideia do outro, mas o pior mesmo é querer usufruir da deficiência como moeda. Isso me entristece, mas sigo firme.

 

De que forma o projeto impactou a acessibilidade das redes sociais? Qual o retorno dos cegos?

Algumas pessoas, amedrontadas pelo politicamente correto, censuram o uso da palavra “cego” na hashtag. Acham ofensivo, mas nunca perguntaram às pessoas cegas se isso as ofende, e seguramente não ofende. Mas também recebo mensagens de videntes elogiando e pedindo ajuda para começarem a descrever também. Tem sido muito bom.

Meus amigos videntes acharam muito esquisito eu “perder tempo” descrevendo imagens que eles já estavam vendo. Eles não entendiam que era para os cegos que eu fazia aquela ação e eu tive que explicar muitas vezes. As pessoas cegas acharam fabuloso e me escrevem coisas bonitas como “obrigada por me permitir ver por meio de seus olhos”. Eu fico muito grata.

Algumas pessoas, amedrontadas pelo politicamente correto, censuram o uso da palavra "cego" na hashtag. Acham ofensivo, mas nunca perguntaram às pessoas cegas se isso as ofende, e seguramente não ofende.

O projeto cumpriu as suas expectativas pessoais?

O projeto foi além do que eu pretendia: sensibilizar meu círculo imediato de amigos. Aprendi com isso que se eu faço apenas a minha parte, aquilo que me cabe, o improvável se torna palpável. Eu pretendia alcançar os mais próximos e vejam: países como Portugal, Paraguai e Austrália já registram a hashtag em suas publicações. Agora existe uma maior consciência sobre a urgência da acessibilidade nas redes sociais e tenho recebido muitos convites para ministrar treinamentos e palestras. Recentemente treinei as equipes de marketing da Revlon, O Boticário, Lee Stafford, Quem disse Berenice?. Umas das maiores conquistas foi #PraCegoVer ter virado lei no Ceará (lei municipal nº 10.668/2018) e também ter recebido indicação do Itamaraty para concorrer ao Prêmio UNESCO-Hamad Bin Isa Al Khalifa-2017.

 

O que é preciso fazer para usar o #PraCegoVer?

Recomendo que seja feita a leitura do post fixo na página do Facebook do projeto e as leituras recomendadas, e que se busque aprimorar os conhecimentos em cursos, oficinas e outras fontes de leitura.

 

O que ainda precisa ser feito para promover a acessibilidade nas mídias digitais?

O mundo digital é infinito em possibilidades de interação. Ele reflete bem o ideal de inclusão, de mundo sem fronteira, de encurtamento de distâncias, mas apenas se houver acessibilidade a internet terá cumprido seu papel. Acessibilidade não é acessório, é item de primeira necessidade. Falta consciência. Nem todas as pessoas conhecem a audiodescrição/descrição de imagem. Muitas, atormentadas pelo politicamente correto, consideram a hashtag pejorativa, sem ao menos perguntarem aos cegos o que eles acham. O acesso às imagens não é tudo no oferecimento de acessibilidade às pessoas cegas, pois mudança de consciência não se dá por decreto. Falta muito para sensibilizar a sociedade. Mas falta menos do que ontem. Cada um vai doando o que pode. Esta é uma das minhas doações.

 

Clique aqui e confira a página do Facebook do #PraCegoVer com mais instruções sobre como utilizar a hashtag.

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