Campeonato de parabadminton terá participação de Conselheira do CRP-PR

A Psicóloga e Conselheira Elisa Mara Ribeiro da Silva (CRP-08/03543) foi convocada pela Confederação Brasileira de Badminton para compor a equipe brasileira de parabadminton em dois campeonatos na Colômbia. Elisa atua na área da Psicologia do Esporte e integrará a equipe durante o 4º Campeonato Pan-Americano de Parabadminton 2016 e no 1º Colômbia Parabadminton Internacional 2016, que serão realizados em Medellín (Colômbia) entre 29 de novembro e 09 de dezembro.

 

Parabadminton: um esporte em ascensão

A Conselheira Elisa Mara Ribeiro atua desde 2012 como Psicóloga da equipe de parabadminton de Toledo, no interior do Paraná. Ela é a única Psicóloga do Brasil a atuar com paratletas da modalidade, e destaca a importância de se divulgar o esporte. “O parabadminton se tornou modalidade paralímpica recentemente, e o objetivo agora e se preparar para Tóquio 2020. Fortalecer o parabadminton enquanto desporto é fundamental”, avalia. Para auxiliar nesta tarefa, a Psicóloga participa de pesquisas na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), com o objetivo de estudar e divulgar o esporte.

 

Atuação em campeonatos

A Psicologia do Esporte é de fundamental importância no treinamento de atletas das mais variadas modalidades, e no parabadminton não é diferente. A Psicóloga Elisa, que já foi a competições da seleção brasileira em Cuba e na Inglaterra, conta que os atendimentos acontecem de acordo com a necessidade da equipe. “Às vezes atendo individualmente, às vezes em grupo, sempre pensando no bem-estar dos atletas e da equipe”, conta ela.

Por já atuar há bastante tempo com a equipe, Elisa conhece a maioria dos atletas, o que facilita seu trabalho. “O paratleta traz uma história de superação em virtude de suas experiências de vida, e é preciso também levar em conta a grande diversidade existente nas equipes”, diz, citando que a faixa etária varia bastante, sendo que o mais jovem atleta atendido tem 13 anos de idade.

 

Financiamento

A falta de apoio financeiro é um dos principais obstáculos para a participação nos campeonatos. Segundo Elisa, apenas alguns atletas recebem verba para cobrir as despesas da viagem. Na equipe técnica, o apoio se restringe a um fisioterapeuta, um técnico e um classificador.

Isto significa que profissionais importantes, como a Psicóloga e os médicos, precisam buscar patrocínios e financiamentos por conta própria. O mesmo acontece com os atletas. “Mais um motivo pelo qual precisamos divulgar e fazer o parabadminton ser conhecido”, diz.

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