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Agravamento da crise de Covid-19 exige análise criteriosa para atendimento presencial

O agravamento da crise de Covid-19 por novas variantes em circulação com maior poder de contágio e sintomas mais agudos levou o sistema de saúde ao colapso e vários municípios – a exemplo de Curitiba e Maringá – decretaram bandeira vermelha e a ampliação das restrições para a circulação de pessoas, o fechamento dos serviços não essenciais e mesmo aqueles considerados essenciais estarão sujeitos a algumas restrições.

O atendimento psicológico se enquadra entre os serviços essenciais, que podem funcionar mesmo durante a bandeira vermelha. No entanto, considerando o momento de extrema gravidade e o compromisso ético-social da Psicologia e visando resguardar a saúde das(os) profissionais e das(os) usuárias(os) dos serviços, o CRP-PR desincentiva o atendimento presencial e sugere, sempre que possível nesse momento, a adoção de outras modalidades de atendimento.

Desta forma, cabe a cada Psicóloga(o) avaliar e definir, com base em sua autonomia profissional e análise técnica, quais atendimentos presenciais devem ser mantidos a fim de mitigar riscos às(aos) clientes ou atender situações de emergência e quadros caracterizados como agudos ou de crise.

Nos casos em que o atendimento presencial for imprescindível, orienta-se que se cumpram as recomendações das autoridades sanitárias sobre os cuidados: usar máscaras de boa qualidade e do modo correto, realizar higiene frequente das mãos e do ambiente e garantir condições de ventilação, evitar o contato físico e manter uma distância segura, suspender atendimentos coletivos, entre outras.

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