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Notícia

25 de novembro – Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher

A violência contra a mulher pode ser física, psicológica, moral, sexual e patrimonial, e muitas vezes ocorre de maneira sutil, silenciosa e gradativa. Esse cenário decorre da falta de sensibilização social e, consequentemente, da severa lacuna que há na sistematização e acesso aos dados nos diversos serviços que amparam mulheres em situação de violência, o que invisibiliza a sua real situação.

A isso somam-se as dificuldades na articulação em rede dos serviços, com prejuízo ao monitoramento e avanço das políticas públicas. Órgãos ou setores, secretarias precisam de diálogo e parceria com outros, fazendo com que ações não sejam meramente pontuais e isoladas, propiciando, assim, o desenvolvimento de um planejamento que inclua avanços na atenção ao necessário enfrentamento das situações de violência.

Prevenção, promoção de conhecimento e acesso à informação são fundamentais para que possamos garantir um ambiente seguro, livre de estigmas, silenciamento, abusos e violências de todas as formas.

É fundamental que a categoria se atente ao cenário que nos envolve. O fato de exercermos uma profissão diretamente comprometida com a garantia de direitos humanos coloca-nos em posição de protagonismo. Ao atuarmos em diversos contextos, não raro encontramos mulheres feridas de todas as formas: física e emocionalmente. É preciso mudar essa realidade e contê-la, para que todas elas – cis, trans, travestis, negras, indígenas, lésbicas, bissexuais, heterossexuais, brancas, com ou sem deficiência – sejam livres e libertas de qualquer forma de opressão.

Neste Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher (25/11), o CRP-PR reforça o seu compromisso com uma Psicologia atenta a direitos inegociáveis. A nossa categoria é composta majoritariamente por mulheres: somos muitas pelo mundo, no Brasil, no Paraná. Por elas e com elas lutamos.

Acesse o Guia de Orientação da Comissão de Orientação e Fiscalização (COF) do CRP-PR e saiba como proceder nos casos de violência contra a mulher.

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